Eis um jeito facil para tornar o Tunderbird de qualquer versão totalmente portable e, seguindo essa dica, você nunca mais terá de configurar contas de E-mail, criar regras para mensagens, ensinar o anti-spam, entre outras muitas vantagens, além de poder levar para onde quiser, seu cliente de E-mails em um pendrive, é claro.
Primeiramente, você necessita baixar o Thunderbird_portable.zip aqui e usar um programa qualquer para descompactar ele.
Depois, você pode baixar o instalador do Thunderbird no Site da Mozilla e descompactar ele com o Winrar.
Após a descompactação, você vai substituir os arquivos da pasta Thunderbird\app\thunderbird
(1º, pelos que estiverem na pasta nonlocalized e depois pelos da pasta localized, aceitando fazer todas as substituições, conforme o sistema for perguntando, que no final, estará com o Thunderbird mais atual.
Caso você queira usar as vantagens de ter o Thundervird como cliente de E-mails padrão no seu sistema, podendo usar os recursos do "Enviar para" do Windows, basta criar um perfil, digitando no executar (cujo atalho é iniciar mais letra R), o seguinte comando (para o qual, eu também já inclui no pacote que você vai baixar no meu servidor, um atalho chamado thunderbird – Profile Manager.lnk):
F:\Thunderbird\App\thunderbird\thunderbird.exe -no-remote -p
(onde a Letra F deve ser substituída pela letra da unidade em que você coloque a pasta Thunderbird) e finalmente, entrar nas opções do Thunderbird, na guia avançada, e fazer a verificação para que ele assuma como cliente padrão, quando você confirmar com ok. Fácil assim!
(lembrando que nesse pacote já estão inclusas algumas das extensões que eu uso para esse cliente de E-Mails do qual eu tanto gosto). Bom proveito!
terça-feira, 19 de outubro de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Como abrir o Navegador de Arquivos como root
Use o seguinte comando no root:
su -
nautilus - no-desktop - browser
su -
nautilus - no-desktop - browser
segunda-feira, 14 de junho de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
Instalando placas NVidia no Fedora
Um grande problema de quem tem placas nvidia no fedora é a sua instalação: tem que fazer na unha, compilar kernel, etc e tal e mesmo assim as vezes não vai... No Fedora 13, houve uma melhoria nos drivers e compatibilidade com as placas de video NVidia, mas mesmo assim não consegui fazer a minha funcionar até instalar esses drivers:
yum install xorg-x11-drv.nvidia
Antes disso, verifique se você não está usando um kernel PAE (Physical Address Extension - veja o que é isso aqui
Configure também o repositório fusion, free e non free aqui
Depois disso é só reiniciar que o F13 reconhece a placa e permite ativar os efeitos do compiz entre outros!
yum install xorg-x11-drv.nvidia
Antes disso, verifique se você não está usando um kernel PAE (Physical Address Extension - veja o que é isso aqui
Configure também o repositório fusion, free e non free aqui
Depois disso é só reiniciar que o F13 reconhece a placa e permite ativar os efeitos do compiz entre outros!
domingo, 6 de junho de 2010
Removendo Kernels antigos
Para identificar kernels que podem ser removidos com segurança, execute em linha de comando:
curl -O 'http://skvidal.fedorapeople.org/misc/kernel-prune.py'
chmod a+x kernel-prune.py
./kernel-prune.py
Agora, para remover as versoões de kernel listadas pelo comando acima, execute o seguinte como root:
# PKGS=`./kernel-prune.py`
# echo $PKGS
# yum remove $PKGS
curl -O 'http://skvidal.fedorapeople.org/misc/kernel-prune.py'
chmod a+x kernel-prune.py
./kernel-prune.py
Agora, para remover as versoões de kernel listadas pelo comando acima, execute o seguinte como root:
# PKGS=`./kernel-prune.py`
# echo $PKGS
# yum remove $PKGS
domingo, 11 de abril de 2010
Usando o Airodump-ng
airodump-ng opções interface [,interface,...]
Opções:
--ivs : Salva somente IVs capturados
--gpsd : Usa GPSd
--write prefix : Prefixo do arquivo dump
-w : mesmo que --write
Opções de filtro:
--netmask netmask : Filtra APs pela máscara de sub-rede
--bssid bssid : Filtra APs pelo BSSID
-a : Filtra clientes não-associados
Por padrão, airodump-ng salta em canais 2.4GHz.
Você pode fazê-lo capturar em outro(s)/específico(s) canal(is) usando:You can make it capture on other/specific channel(s) by using:
--channel channels : Captura em canais específicos
--band abg : Banda na qual o airodump-ng deve saltar (a, b ou g)
--cswitch method : Configura o método de alternação dos canais
0 : FIFO (padrão)
1 : Round Robin
2 : Salta no último
-s : mesmo que --cswitch
--help : Mostra esta tela de uso do programa
Opções:
--ivs : Salva somente IVs capturados
--gpsd : Usa GPSd
--write prefix : Prefixo do arquivo dump
-w : mesmo que --write
Opções de filtro:
--netmask netmask : Filtra APs pela máscara de sub-rede
--bssid bssid : Filtra APs pelo BSSID
-a : Filtra clientes não-associados
Por padrão, airodump-ng salta em canais 2.4GHz.
Você pode fazê-lo capturar em outro(s)/específico(s) canal(is) usando:You can make it capture on other/specific channel(s) by using:
--channel channels : Captura em canais específicos
--band abg : Banda na qual o airodump-ng deve saltar (a, b ou g)
--cswitch method : Configura o método de alternação dos canais
0 : FIFO (padrão)
1 : Round Robin
2 : Salta no último
-s : mesmo que --cswitch
--help : Mostra esta tela de uso do programa
Miscelânea de Comandos
--Convertendo pacotes cap para ivs:
use o ivstools que vem com o pacote
--Unindo pacotes cap:
Use o Ethereal mergecap -w out.cap test1.cap test2.cap test3.cap
-- Trocando o MAC address no Linux:
ifconfig ath0 down
ifconfig ath0 hw ether 00:11:22:33:44:55
ifconfig ath0 up
-- Resolvendo MAC addresses para IP addresses:
Use o ARPtools ou Netdiscover
-- O que é o ARP?:
Quer dizer address resolution protocol (ARP) veja em mais detalhes aqui.
use o ivstools que vem com o pacote
--Unindo pacotes cap:
Use o Ethereal mergecap -w out.cap test1.cap test2.cap test3.cap
-- Trocando o MAC address no Linux:
ifconfig ath0 down
ifconfig ath0 hw ether 00:11:22:33:44:55
ifconfig ath0 up
-- Resolvendo MAC addresses para IP addresses:
Use o ARPtools ou Netdiscover
-- O que é o ARP?:
Quer dizer address resolution protocol (ARP) veja em mais detalhes aqui.
Usando o Airmon-ng
airmon-ng start|stop interface [canal]
Onde:
start|stop: indica se você quer iniciar (start) ou parar (stop) a interface. (Obrigatório)
interface: especifica a interface. (Obrigatório)
[canal] opcionalmente configura a placa para o canal especificado.
Exemplos de Uso Típicos
iniciar wlan0 em modo monitor: airmon-ng start wlan0
iniciar wlan0 em modo monitor no canal 8: airmon-ng start wlan0 8
parar wlan0: airmon-ng stop wlan0
verificar o estado da interface (status): airmon-ng ou então o iwconfig
Onde:
start|stop: indica se você quer iniciar (start) ou parar (stop) a interface. (Obrigatório)
interface: especifica a interface. (Obrigatório)
[canal] opcionalmente configura a placa para o canal especificado.
Exemplos de Uso Típicos
iniciar wlan0 em modo monitor: airmon-ng start wlan0
iniciar wlan0 em modo monitor no canal 8: airmon-ng start wlan0 8
parar wlan0: airmon-ng stop wlan0
verificar o estado da interface (status): airmon-ng ou então o iwconfig
sexta-feira, 26 de março de 2010
Arvore de Diretorios Linux
|
|__root
|
|__boot
|
|__lib
|
|__dev
|
|__etc
|
|__home
|
|__bin
|
|__sbin
|
|_________usr
man
local
include
etc
doc
|__proc
|
|__mnt
|
|__tmp
|
|__var
|
|__opt
|__bin
|__lib
|__sbin
|__share
|__src
Agora uma breve explicação de cada um…
.:: / -> diretório principal, onde fica tudo.
.:: /root -> diretório pessoal do administrador do sistema, o root.
.:: /boot -> arquivos necessários para o boot do sistema.
.:: /lib -> diretório onde ficam as bibliotecas compartilhadas usadas frequentemente pelo sistema.
.:: /dev -> ‘devices’, onde ficam arquivos dos dispositivos I/O
.:: /etc -> local dos arquivos de configuração do sistema
.:: /home -> lugar onde ficam os diretórios pessoais dos usuários
.:: /bin -> ‘binários’, arquivos executáveis do sistema usados com frequência
.:: /sbin -> arquivos executáveis pessoais do superusuário(root)
.:: /usr -> arquivos dos usuários em geral
.:: /proc -> diretório virtual que contem informações sobre o kernel e sobre os processos
.:: /mnt -> diretório default usado para montar partições (não é obrigatório a montagem dentro dele)
.:: /tmp -> arquivos temporários
.:: /var -> É um diretório onde localizam-se os arquivos que tem seu conteúdo variável ao decorrer do tempo, como LOGS por exemplo.(thx to vuln)
.:: /opt -> pacotes opcionais
|__root
|
|__boot
|
|__lib
|
|__dev
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|__etc
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|__home
|
|__bin
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|__sbin
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|_________usr
man
local
include
etc
doc
|__proc
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|__mnt
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|__tmp
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|__var
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|__opt
|__bin
|__lib
|__sbin
|__share
|__src
Agora uma breve explicação de cada um…
.:: / -> diretório principal, onde fica tudo.
.:: /root -> diretório pessoal do administrador do sistema, o root.
.:: /boot -> arquivos necessários para o boot do sistema.
.:: /lib -> diretório onde ficam as bibliotecas compartilhadas usadas frequentemente pelo sistema.
.:: /dev -> ‘devices’, onde ficam arquivos dos dispositivos I/O
.:: /etc -> local dos arquivos de configuração do sistema
.:: /home -> lugar onde ficam os diretórios pessoais dos usuários
.:: /bin -> ‘binários’, arquivos executáveis do sistema usados com frequência
.:: /sbin -> arquivos executáveis pessoais do superusuário(root)
.:: /usr -> arquivos dos usuários em geral
.:: /proc -> diretório virtual que contem informações sobre o kernel e sobre os processos
.:: /mnt -> diretório default usado para montar partições (não é obrigatório a montagem dentro dele)
.:: /tmp -> arquivos temporários
.:: /var -> É um diretório onde localizam-se os arquivos que tem seu conteúdo variável ao decorrer do tempo, como LOGS por exemplo.(thx to vuln)
.:: /opt -> pacotes opcionais
Como verificar se seu sistema está invadido por rootkits
Um rootkit é um programa usado para invadir sistemas Linux e conceder ao invasor privilégios de root sem o conhecimento da vítima da invasão. Muitos rootkits são difíceis de identificar pois não geram nenhum logs e não ficam listados entre os processos do Linux.
para verificar se seu sistema está infectado, há um software muito bom, clamado RkHunter, que executa verificações em áreas específicas do sistema a procura de sinais de invasão.
Instalando o RkHunter
# yum install rkhunter
=============================================================================
Pacote Arq. Versão Repositório Tamanho
=============================================================================
Instalando:
rkhunter noarch 1.3.2-3.fc9 updates 234 k
* Após instalado, proceda as atualizações do programa:
# rkhunter --propupd
[ Rootkit Hunter version 1.3.2 ]
File created: searched for 149 files, found 126
Para permitir que o programa se localize no seu sistema e
# rkhunter --update
para atualizar o banco de dados do programa.
Verificando o sistema
A verificação consiste em procurar por mudanças suspeitas de configuração, binários que possam ter sido alterados e pela presença de arquivos maliciosos já identificados e catalogados. para verivicar seu sistema, execute o comando:
# rkhunter -c
E a checagem começa, terminando com um relatório:
System checks summary
=====================
File properties checks...
Files checked: 126
Suspect files: 2
Rootkit checks...
Rootkits checked : 64
Possible rootkits: 0
Applications checks...
Applications checked: 6
Suspect applications: 0
The system checks took: 3 minutes and 32 seconds
All results have been written to the logfile (/var/log/rkhunter/rkhunter.log)
One or more warnings have been found while checking the system.
Please check the log file (/var/log/rkhunter/rkhunter.log)
para verificar se seu sistema está infectado, há um software muito bom, clamado RkHunter, que executa verificações em áreas específicas do sistema a procura de sinais de invasão.
Instalando o RkHunter
# yum install rkhunter
=============================================================================
Pacote Arq. Versão Repositório Tamanho
=============================================================================
Instalando:
rkhunter noarch 1.3.2-3.fc9 updates 234 k
* Após instalado, proceda as atualizações do programa:
# rkhunter --propupd
[ Rootkit Hunter version 1.3.2 ]
File created: searched for 149 files, found 126
Para permitir que o programa se localize no seu sistema e
# rkhunter --update
para atualizar o banco de dados do programa.
Verificando o sistema
A verificação consiste em procurar por mudanças suspeitas de configuração, binários que possam ter sido alterados e pela presença de arquivos maliciosos já identificados e catalogados. para verivicar seu sistema, execute o comando:
# rkhunter -c
E a checagem começa, terminando com um relatório:
System checks summary
=====================
File properties checks...
Files checked: 126
Suspect files: 2
Rootkit checks...
Rootkits checked : 64
Possible rootkits: 0
Applications checks...
Applications checked: 6
Suspect applications: 0
The system checks took: 3 minutes and 32 seconds
All results have been written to the logfile (/var/log/rkhunter/rkhunter.log)
One or more warnings have been found while checking the system.
Please check the log file (/var/log/rkhunter/rkhunter.log)
sábado, 13 de março de 2010
Comandos úteis
Estarei colocando aqui os comandos que considero úteis, a medida que forem sendo usados e eu considerar que são comandos que mereçam ser mantidos por aqui.
---> rpm -q aplicativo
mostra se o aplicativo está instalado e em qual versão
---> ntsysv mostra e gerencia os serviços
---> cp copiar arquivos
cp [opções] [origem] [destino]
onde:
origem Arquivo que será copiado. Podem ser especificados mais de um
arquivo para ser copiado usando "Curingas"
destino O caminho ou nome de arquivo onde será copiado. Se o destino for
um diretório, os arquivos de origem serão copiados para dentro do
diretório.
---> rm Apaga arquivos. Também pode ser usado para apagar diretórios e sub-diretórios vazios ou que contenham arquivos.
rm [opções][caminho][arquivo/diretório] [caminho1][arquivo1/diretório1]
onde:
caminho: Localização do arquivo que deseja apagar. Se omitido, assume que o
arquivo esteja no diretório atual.
arquivo/diretório: Arquivo que será apagado.
---> rpm -q aplicativo
mostra se o aplicativo está instalado e em qual versão
---> ntsysv mostra e gerencia os serviços
---> cp copiar arquivos
cp [opções] [origem] [destino]
onde:
origem Arquivo que será copiado. Podem ser especificados mais de um
arquivo para ser copiado usando "Curingas"
destino O caminho ou nome de arquivo onde será copiado. Se o destino for
um diretório, os arquivos de origem serão copiados para dentro do
diretório.
---> rm Apaga arquivos. Também pode ser usado para apagar diretórios e sub-diretórios vazios ou que contenham arquivos.
rm [opções][caminho][arquivo/diretório] [caminho1][arquivo1/diretório1]
onde:
caminho: Localização do arquivo que deseja apagar. Se omitido, assume que o
arquivo esteja no diretório atual.
arquivo/diretório: Arquivo que será apagado.
Descompatando arquivos RAR no Linux
É fácil de se resolver: instale a biblioteca unrar pelo yum:
vá para SU: yum install unrar
Pronto! É só clicar nos arquivos rar que serão descompactados.
vá para SU: yum install unrar
Pronto! É só clicar nos arquivos rar que serão descompactados.
Assistindo filmes em RMVB
Agora que você configurou o repositorio Fusion, é possível assistir filmes em RMVB...
Clique no arquivo RMVB. Caso ele não rode, surgirá uma opção para pesquisar em locais onde haja suporte para o arquivo. Como o Fusion está ativo, serão encontrados os codecs, bem como suas dependências (pacotes necessários para completar a instalação). Confirme as instalações pedidas e então você será capaz de assistir filmes e series em RMVB!
Clique no arquivo RMVB. Caso ele não rode, surgirá uma opção para pesquisar em locais onde haja suporte para o arquivo. Como o Fusion está ativo, serão encontrados os codecs, bem como suas dependências (pacotes necessários para completar a instalação). Confirme as instalações pedidas e então você será capaz de assistir filmes e series em RMVB!
Novos Repositorios
Os melhores locais para se conseguir atualizações e softs para Linux são os repositórios. Ano passado, os repositorios Dribble, Freshrpms, e Livna se uniram e deram origem ao repositorio Fusion. É um ótimo local para se conseguir atualizações e codecs de audio e vídeo para o Linux, "free" e "nonfree".
Utilize o link abaixo para configuração do Fusion:
http://rpmfusion.org/Configuration/
E não se esqueça: instale os links para "free" e "nonfree"
Utilize o link abaixo para configuração do Fusion:
http://rpmfusion.org/Configuration/
E não se esqueça: instale os links para "free" e "nonfree"
Codec para MP3
As distros Fedora não tem vindo mais com suporte nativo a MP3, por isso, temos que instalar os codecs para podemos ouvir musicas neste formato. Geralmente é uma dificuldade achar os codecs certos para isto. Consegui encontrar no link abaixo o codec para o funcionamento normal dos player MP3, principalmente o Amarok e o XMMS. É só baixar um dos pacotes RPM e mandar instalar e pronto!
ftp://ftp.univie.ac.at/systems/linux/dag/fedora/3/en/i386/RPMS.dag/xmms-mp3-1.2.10-11.1.1.fc3.rf.i386.rpm
http://havardk.xmms.org/dist/xmms-1.2.7-rh8-rh9-rpm/xmms-mpg123-1.2.7-21.i386.rpm
Bom divertimento....
ftp://ftp.univie.ac.at/systems/linux/dag/fedora/3/en/i386/RPMS.dag/xmms-mp3-1.2.10-11.1.1.fc3.rf.i386.rpm
http://havardk.xmms.org/dist/xmms-1.2.7-rh8-rh9-rpm/xmms-mpg123-1.2.7-21.i386.rpm
Bom divertimento....
Entenda o que é ICMP, ping e traceroute
O ICMP - Internet Control Message Protocol - é um protocolo que faz parte da pilha TCP/IP, enquadrando-se na camada de rede (nível 3), a mesma camada do protocolo IP - Internet Protocol. O seu uso mais comum é feito pelos utilitários ping e traceroute. O ping envia pacotes ICMP para verificar se um determinado host está disponível na rede. O traceroute faz uso do envio de diversos pacotes UDP ou ICMP e, através de um pequeno truque, determina a rota seguida para alcançar um host.
Este artigo descreve as interações entre cliente e servidor implementadas por estes dois utilitários.
Ping
Quando queremos determinar se um determinado host está disponível na rede interna ou mesmo na Internet, frequentemente utilizamos o utilitário ping como um dos primeiros recursos de troubleshooting. O fato de um host não responder ao ping não quer dizer que ele esteja realmente fora da rede, pois este serviço pode estar desabilitado neste host por questões de segurança. O comando, provavelmente já conhecido pelo leitor, é:
ping
Exemplo:
[root@malkovich linux-2.6.3]# ping 192.168.0.1
PING 192.168.0.1 (192.168.0.1) 56(84) bytes of data.
64 bytes from 192.168.0.1: icmp_seq=1 ttl=127 time=4.22 ms
64 bytes from 192.168.0.1: icmp_seq=2 ttl=127 time=1.02 ms
64 bytes from 192.168.0.1: icmp_seq=3 ttl=127 time=1.01 ms
64 bytes from 192.168.0.1: icmp_seq=4 ttl=127 time=1.99 ms
64 bytes from 192.168.0.1: icmp_seq=5 ttl=127 time=1.03 ms
--- 192.168.0.1 ping statistics ---
5 packets transmitted, 5 received, 0% packet loss, time 4002ms
rtt min/avg/max/mdev = 1.019/1.857/4.221/1.241 ms
A resposta acima indica que o host 192.168.0.1 está disponível. No final algumas estatísticas de tempo e percentual de respostas positivas e negativas são apresentadas.
No exemplo seguinte vemos um caso em que não obtemos resposta do host.
[root@malkovich linux-2.6.3]# ping 192.168.0.2
PING 192.168.0.2 (192.168.0.2) 56(84) bytes of data.
--- 192.168.0.2 ping statistics ---
5 packets transmitted, 0 received, 100% packet loss, time 3998ms
É chamado de cliente o host que inicia a comunicação, ou seja, a partir do qual o usuário executa o comando de teste de disponibilidade. Servidor é o alvo do teste, pois este deve possuir um serviço habilitado para ser capaz de receber o pacote do cliente e respondê-lo.
O cliente envia primeiro um pacote do tipo ICMP Echo Request, ou simplesmente ICMP Echo. Abaixo está a captura deste pacote na rede. Note o tipo do protocolo no cabeçalho IP (ICMP) e o tipo do pacote no cabeçalho ICMP (Echo request).
Internet Protocol, Src Addr: 192.168.0.2 (192.168.0.2), Dst Addr: 192.168.0.1 (192.168.0.1)
Version: 4
Header length: 20 bytes
Differentiated Services Field: 0x00 (DSCP 0x00: Default; ECN: 0x00)
Total Length: 84
Identification: 0x0000 (0)
Flags: 0x04
Fragment offset: 0
Time to live: 64
Protocol: ICMP (0x01)
Header checksum: 0xb955 (correct)
Source: 192.168.0.2 (192.168.0.2)
Destination: 192.168.0.1 (192.168.0.1)
Internet Control Message Protocol
Type: 8 (Echo (ping) request)
Code: 0
Checksum: 0x5905 (correct)
Identifier: 0x9409
Sequence number: 0x0001
Data (56 bytes)
Quando o servidor recebe este pacote ele responde com um pacote do tipo ICMP Echo Reply. Veja abaixo a captura deste pacote.
Internet Protocol, Src Addr: 192.168.0.1 (192.168.0.1), Dst Addr: 192.168.0.2 (192.168.0.2)
Version: 4
Header length: 20 bytes
Differentiated Services Field: 0x00 (DSCP 0x00: Default; ECN: 0x00)
Total Length: 84
Identification: 0xa078 (41080)
Flags: 0x00
Fragment offset: 0
Time to live: 127
Protocol: ICMP (0x01)
Header checksum: 0x19dd (correct)
Source: 192.168.0.1 (192.168.0.1)
Destination: 192.168.0.2 (192.168.0.2)
Internet Control Message Protocol
Type: 0 (Echo (ping) reply)
Code: 0
Checksum: 0x6105 (correct)
Identifier: 0x9409
Sequence number: 0x0001
Data (56 bytes)
Este processo se repete até que o usuário cancele o ping com um. O utilitário então calcula as estatísticas e as exibe na tela. O usuário também pode controlar, através de opções do comando, quantos pacotes devem ser enviados, o intervalo de tempo entre eles, e o tamanho do pacote. Na verdade a área de dados do pacote não carrega nenhuma informação útil, entretanto, pode ser aumentada para testar a rede com pacotes de tamanhos diferentes. Existe atualmente um limite para o tamanho do pacote, pois um pacote muito grande pode provocar o reboot de alguns sistemas Windows, sendo este o conhecido ping of death, ou ping da morte.
Traceroute
Um dos campos do cabeçalho IP é chamado TTL - Time to Live - e determina por quantas passagens em roteadores este pacote pode sobreviver. A cada passagem em um roteador ou host este campo é decrementado de 1. Este mecanismo é utilizado para evitar que pacotes percorram a rede eternamente, rodando de um lado para outro. Verifique acima que o nosso pacote de ICMP Echo Request possui um TTL igual a 64. Se um pacote possui um TTL de 1 e este deve passar por um roteador antes de alcançar o seu destino final, este roteador irá descartá-lo ao verificar o TTL do pacote e retornar um pacote ICMP do tipo ICMP Time Exceeded para o host que o enviou. Neste pacote de resposta o roteador se identifica como origem da mensagem Time Exceeded. É nessa característica do protocolo que o utilitário traceroute se baseia para traçar uma rota entre dois pontos da rede.
Suponha que o host 1 esteja separado do host 2 por dois roteadores, chamados router A e router B. A partir do host 1 é executado um traceroute para o host 2. O utilitário cria um pacote UDP destinado ao host 2, mas configura o seu TTL para 1. O router A recebe este pacote e, apesar de saber para onde rotear o pacote, ao decrementar o TTL este torna-se 0 (zero) o que siginifica que este pacote deve ser descartado, retornando um ICMP Time Exceeded para o host 1. Quando o traceroute recebe esta resposta ele tem o endereço do primeiro roteador no caminho entre os dois hosts. O primeiro roteador é mostrado para o usuário.
Em seguida, o traceroute cria outro pacote UDP, com o TTL de 2. O pacote sobrevive ao primeiro roteador mas é descartado no segundo. Quando recebe o ICMP Time Exceeded do segundo roteador temos o endereço dele, que também é mostrado na saída do traceroute. O passo seguinte é um pacote com TTL de 3 o qual alcança o host 2. Os pacotes UDP são sempre enviados com uma porta de destino inválida, o que força que o host 2, ao receber o pacote, retorne um pacote ICMP Destination Unreachable. O traceroute sabe então que o caminho completo foi descoberto e mostra ao usuário o endereço do host 2, indicando que o trace foi finalizado.
Como ilustração, executei um traceroute do IP 192.168.1.2 (host virtual A) para o IP 192.168.0.1 (host C). Como roteador entre essas duas máquinas está um Linux (host B) com os IP 192.168.1.1 e 192.168.0.2. Portanto, o caminho do pacote deve ser A <-> B <-> C. O comando foi executado a partir de A:
[root@malkovich root]# traceroute -q 1 192.168.0.1
traceroute to 192.168.0.1 (192.168.0.1), 30 hops max, 38 byte packets
1 192.168.1.1 (192.168.1.1) 8.243 ms
2 192.168.0.1 (192.168.0.1) 12.298 ms
3 192.168.0.1 (192.168.0.1) 21.193 ms
A opção -q 1 é para que o traceroute envie apenas um pacote a cada interação, o default são 3. A opção -I também poderia ser usada para instruir que sejam usados pacotes ICMP Echo Request e não pacotes UDP.
A sequência de troca de pacotes é a seguinte:
Seq Source --> Destination Protocol Description
1 192.168.1.2 --> 192.168.0.1 UDP Source Port: 33406 Destination Port: 33435 (TTL=1)
2 192.168.1.1 --> 192.168.1.2 ICMP Time-to-live exceeded
3 192.168.1.2 --> 192.168.0.1 UDP Source Port: 33406 Destination Port: 33436 (TTL=2)
4 192.168.0.1 --> 192.168.1.2 ICMP Time-to-live exceeded
5 192.168.0.1 --> 192.168.1.2 ICMP Destination unreachable
6 192.168.1.2 --> 192.168.0.1 UDP Source Port: 33406 Destination Port: 33437 (TTL=3)
7 192.168.0.1 --> 192.168.1.2 ICMP Destination unreachable
É mostrado abaixo o primeiro pacote enviado pelo host A e descartado pelo roteador B.
Internet Protocol, Src Addr: 192.168.1.2 (192.168.1.2), Dst Addr: 192.168.0.1 (192.168.0.1)
Version: 4
Header length: 20 bytes
Differentiated Services Field: 0x00 (DSCP 0x00: Default; ECN: 0x00)
Total Length: 38
Identification: 0x827f (33407)
Flags: 0x00
Fragment offset: 0
Time to live: 1
Protocol: UDP (0x11)
Header checksum: 0xb4f4 (correct)
Source: 192.168.1.2 (192.168.1.2)
Destination: 192.168.0.1 (192.168.0.1)
User Datagram Protocol, Src Port: 33406 (33406), Dst Port: 33435 (33435)
Source port: 33406 (33406)
Destination port: 33435 (33435)
Length: 18
Checksum: 0xa29f (correct)
Data (10 bytes)
Note o TTL 1 e a porta de destino. A esse pacote o roteador B responde:
Internet Protocol, Src Addr: 192.168.1.1 (192.168.1.1), Dst Addr: 192.168.1.2 (192.168.1.2)
Internet Control Message Protocol
Type: 11 (Time-to-live exceeded)
Code: 0 (Time to live exceeded in transit)
Checksum: 0x7777 (correct)
Internet Protocol, Src Addr: 192.168.1.2 (192.168.1.2), Dst Addr: 192.168.0.1 (192.168.0.1)
User Datagram Protocol, Src Port: 33406 (33406), Dst Port: 33435 (33435)
Data (10 bytes)
Podemos confirmar o ICMP Time Exceeded aqui. Após a interação seguinte, o pacote chega ao destino. Como é uma porta inválida, o host 192.168.0.1 responde com um ICMP Destination Unreachable:
Internet Protocol, Src Addr: 192.168.0.1 (192.168.0.1), Dst Addr: 192.168.1.2 (192.168.1.2)
Internet Control Message Protocol
Type: 3 (Destination unreachable)
Code: 3 (Port unreachable)
Checksum: 0x48b6 (correct)
Internet Protocol, Src Addr: 192.168.1.2 (192.168.1.2), Dst Addr: 192.168.0.1 (192.168.0.1)
User Datagram Protocol, Src Port: 33406 (33406), Dst Port: 33436 (33436)
Veja que já no passo 5 há uma resposta de ICMP Destination Unreachable, como resposta ao pacote do passo 3, com TTL igual a 2. Entretanto, mesmo assim o traceroute inicia outra interação, enviando um pacote com TTL igual a 3. Isso aconteceu porque antes do ICMP Destination Unreachable ele recebeu, no passo 4, um ICMP Time Exceeded, o que gerou o envio imediato do terceiro pacote UDP.
Fonte: www.sounerd.com.br
Este artigo descreve as interações entre cliente e servidor implementadas por estes dois utilitários.
Ping
Quando queremos determinar se um determinado host está disponível na rede interna ou mesmo na Internet, frequentemente utilizamos o utilitário ping como um dos primeiros recursos de troubleshooting. O fato de um host não responder ao ping não quer dizer que ele esteja realmente fora da rede, pois este serviço pode estar desabilitado neste host por questões de segurança. O comando, provavelmente já conhecido pelo leitor, é:
ping
Exemplo:
[root@malkovich linux-2.6.3]# ping 192.168.0.1
PING 192.168.0.1 (192.168.0.1) 56(84) bytes of data.
64 bytes from 192.168.0.1: icmp_seq=1 ttl=127 time=4.22 ms
64 bytes from 192.168.0.1: icmp_seq=2 ttl=127 time=1.02 ms
64 bytes from 192.168.0.1: icmp_seq=3 ttl=127 time=1.01 ms
64 bytes from 192.168.0.1: icmp_seq=4 ttl=127 time=1.99 ms
64 bytes from 192.168.0.1: icmp_seq=5 ttl=127 time=1.03 ms
--- 192.168.0.1 ping statistics ---
5 packets transmitted, 5 received, 0% packet loss, time 4002ms
rtt min/avg/max/mdev = 1.019/1.857/4.221/1.241 ms
A resposta acima indica que o host 192.168.0.1 está disponível. No final algumas estatísticas de tempo e percentual de respostas positivas e negativas são apresentadas.
No exemplo seguinte vemos um caso em que não obtemos resposta do host.
[root@malkovich linux-2.6.3]# ping 192.168.0.2
PING 192.168.0.2 (192.168.0.2) 56(84) bytes of data.
--- 192.168.0.2 ping statistics ---
5 packets transmitted, 0 received, 100% packet loss, time 3998ms
É chamado de cliente o host que inicia a comunicação, ou seja, a partir do qual o usuário executa o comando de teste de disponibilidade. Servidor é o alvo do teste, pois este deve possuir um serviço habilitado para ser capaz de receber o pacote do cliente e respondê-lo.
O cliente envia primeiro um pacote do tipo ICMP Echo Request, ou simplesmente ICMP Echo. Abaixo está a captura deste pacote na rede. Note o tipo do protocolo no cabeçalho IP (ICMP) e o tipo do pacote no cabeçalho ICMP (Echo request).
Internet Protocol, Src Addr: 192.168.0.2 (192.168.0.2), Dst Addr: 192.168.0.1 (192.168.0.1)
Version: 4
Header length: 20 bytes
Differentiated Services Field: 0x00 (DSCP 0x00: Default; ECN: 0x00)
Total Length: 84
Identification: 0x0000 (0)
Flags: 0x04
Fragment offset: 0
Time to live: 64
Protocol: ICMP (0x01)
Header checksum: 0xb955 (correct)
Source: 192.168.0.2 (192.168.0.2)
Destination: 192.168.0.1 (192.168.0.1)
Internet Control Message Protocol
Type: 8 (Echo (ping) request)
Code: 0
Checksum: 0x5905 (correct)
Identifier: 0x9409
Sequence number: 0x0001
Data (56 bytes)
Quando o servidor recebe este pacote ele responde com um pacote do tipo ICMP Echo Reply. Veja abaixo a captura deste pacote.
Internet Protocol, Src Addr: 192.168.0.1 (192.168.0.1), Dst Addr: 192.168.0.2 (192.168.0.2)
Version: 4
Header length: 20 bytes
Differentiated Services Field: 0x00 (DSCP 0x00: Default; ECN: 0x00)
Total Length: 84
Identification: 0xa078 (41080)
Flags: 0x00
Fragment offset: 0
Time to live: 127
Protocol: ICMP (0x01)
Header checksum: 0x19dd (correct)
Source: 192.168.0.1 (192.168.0.1)
Destination: 192.168.0.2 (192.168.0.2)
Internet Control Message Protocol
Type: 0 (Echo (ping) reply)
Code: 0
Checksum: 0x6105 (correct)
Identifier: 0x9409
Sequence number: 0x0001
Data (56 bytes)
Este processo se repete até que o usuário cancele o ping com um
Traceroute
Um dos campos do cabeçalho IP é chamado TTL - Time to Live - e determina por quantas passagens em roteadores este pacote pode sobreviver. A cada passagem em um roteador ou host este campo é decrementado de 1. Este mecanismo é utilizado para evitar que pacotes percorram a rede eternamente, rodando de um lado para outro. Verifique acima que o nosso pacote de ICMP Echo Request possui um TTL igual a 64. Se um pacote possui um TTL de 1 e este deve passar por um roteador antes de alcançar o seu destino final, este roteador irá descartá-lo ao verificar o TTL do pacote e retornar um pacote ICMP do tipo ICMP Time Exceeded para o host que o enviou. Neste pacote de resposta o roteador se identifica como origem da mensagem Time Exceeded. É nessa característica do protocolo que o utilitário traceroute se baseia para traçar uma rota entre dois pontos da rede.
Suponha que o host 1 esteja separado do host 2 por dois roteadores, chamados router A e router B. A partir do host 1 é executado um traceroute para o host 2. O utilitário cria um pacote UDP destinado ao host 2, mas configura o seu TTL para 1. O router A recebe este pacote e, apesar de saber para onde rotear o pacote, ao decrementar o TTL este torna-se 0 (zero) o que siginifica que este pacote deve ser descartado, retornando um ICMP Time Exceeded para o host 1. Quando o traceroute recebe esta resposta ele tem o endereço do primeiro roteador no caminho entre os dois hosts. O primeiro roteador é mostrado para o usuário.
Em seguida, o traceroute cria outro pacote UDP, com o TTL de 2. O pacote sobrevive ao primeiro roteador mas é descartado no segundo. Quando recebe o ICMP Time Exceeded do segundo roteador temos o endereço dele, que também é mostrado na saída do traceroute. O passo seguinte é um pacote com TTL de 3 o qual alcança o host 2. Os pacotes UDP são sempre enviados com uma porta de destino inválida, o que força que o host 2, ao receber o pacote, retorne um pacote ICMP Destination Unreachable. O traceroute sabe então que o caminho completo foi descoberto e mostra ao usuário o endereço do host 2, indicando que o trace foi finalizado.
Como ilustração, executei um traceroute do IP 192.168.1.2 (host virtual A) para o IP 192.168.0.1 (host C). Como roteador entre essas duas máquinas está um Linux (host B) com os IP 192.168.1.1 e 192.168.0.2. Portanto, o caminho do pacote deve ser A <-> B <-> C. O comando foi executado a partir de A:
[root@malkovich root]# traceroute -q 1 192.168.0.1
traceroute to 192.168.0.1 (192.168.0.1), 30 hops max, 38 byte packets
1 192.168.1.1 (192.168.1.1) 8.243 ms
2 192.168.0.1 (192.168.0.1) 12.298 ms
3 192.168.0.1 (192.168.0.1) 21.193 ms
A opção -q 1 é para que o traceroute envie apenas um pacote a cada interação, o default são 3. A opção -I também poderia ser usada para instruir que sejam usados pacotes ICMP Echo Request e não pacotes UDP.
A sequência de troca de pacotes é a seguinte:
Seq Source --> Destination Protocol Description
1 192.168.1.2 --> 192.168.0.1 UDP Source Port: 33406 Destination Port: 33435 (TTL=1)
2 192.168.1.1 --> 192.168.1.2 ICMP Time-to-live exceeded
3 192.168.1.2 --> 192.168.0.1 UDP Source Port: 33406 Destination Port: 33436 (TTL=2)
4 192.168.0.1 --> 192.168.1.2 ICMP Time-to-live exceeded
5 192.168.0.1 --> 192.168.1.2 ICMP Destination unreachable
6 192.168.1.2 --> 192.168.0.1 UDP Source Port: 33406 Destination Port: 33437 (TTL=3)
7 192.168.0.1 --> 192.168.1.2 ICMP Destination unreachable
É mostrado abaixo o primeiro pacote enviado pelo host A e descartado pelo roteador B.
Internet Protocol, Src Addr: 192.168.1.2 (192.168.1.2), Dst Addr: 192.168.0.1 (192.168.0.1)
Version: 4
Header length: 20 bytes
Differentiated Services Field: 0x00 (DSCP 0x00: Default; ECN: 0x00)
Total Length: 38
Identification: 0x827f (33407)
Flags: 0x00
Fragment offset: 0
Time to live: 1
Protocol: UDP (0x11)
Header checksum: 0xb4f4 (correct)
Source: 192.168.1.2 (192.168.1.2)
Destination: 192.168.0.1 (192.168.0.1)
User Datagram Protocol, Src Port: 33406 (33406), Dst Port: 33435 (33435)
Source port: 33406 (33406)
Destination port: 33435 (33435)
Length: 18
Checksum: 0xa29f (correct)
Data (10 bytes)
Note o TTL 1 e a porta de destino. A esse pacote o roteador B responde:
Internet Protocol, Src Addr: 192.168.1.1 (192.168.1.1), Dst Addr: 192.168.1.2 (192.168.1.2)
Internet Control Message Protocol
Type: 11 (Time-to-live exceeded)
Code: 0 (Time to live exceeded in transit)
Checksum: 0x7777 (correct)
Internet Protocol, Src Addr: 192.168.1.2 (192.168.1.2), Dst Addr: 192.168.0.1 (192.168.0.1)
User Datagram Protocol, Src Port: 33406 (33406), Dst Port: 33435 (33435)
Data (10 bytes)
Podemos confirmar o ICMP Time Exceeded aqui. Após a interação seguinte, o pacote chega ao destino. Como é uma porta inválida, o host 192.168.0.1 responde com um ICMP Destination Unreachable:
Internet Protocol, Src Addr: 192.168.0.1 (192.168.0.1), Dst Addr: 192.168.1.2 (192.168.1.2)
Internet Control Message Protocol
Type: 3 (Destination unreachable)
Code: 3 (Port unreachable)
Checksum: 0x48b6 (correct)
Internet Protocol, Src Addr: 192.168.1.2 (192.168.1.2), Dst Addr: 192.168.0.1 (192.168.0.1)
User Datagram Protocol, Src Port: 33406 (33406), Dst Port: 33436 (33436)
Veja que já no passo 5 há uma resposta de ICMP Destination Unreachable, como resposta ao pacote do passo 3, com TTL igual a 2. Entretanto, mesmo assim o traceroute inicia outra interação, enviando um pacote com TTL igual a 3. Isso aconteceu porque antes do ICMP Destination Unreachable ele recebeu, no passo 4, um ICMP Time Exceeded, o que gerou o envio imediato do terceiro pacote UDP.
Fonte: www.sounerd.com.br
Instalando impressoras da rede Windows no Linux
As vezes queremos instalar uma impressora que está em um PC rodando Windows. Como fazer isso???
Simples, utilizando o CUPS. O CUPS é um sistema de impressão para sistemas UNIX como os BSD, UNIX-like como o Linux e MacOS X, e tem como características interessantes:
1. Ser compatível com o protocolo IPP (Internet Printing Protocol)
2. Ser plug-and-play no lado cliente - basta configurar o servidor e instalar o CUPS nos clientes.
3. Suportar tanto impressoras PostScript como não-PS
A página oficial do CUPS está em www.cups.org e uma visita obrigatória deve ser feita a www.linunxprinting.org
Lembro apenas que é necessário ter o samba (cmbclient) e o cups instalado (Se o cliente for um GNOME, então é preciso apenas instalar o pacote gnome-cups-manager).
Abra o seu navegador e digite na barra de endereço:
http://localhost:631
Clique em "Manage Printers". Caso solicitado, entre com o usuário root e a senha.
Depois clique em "Add Printer" (está no canto inferior esquerdo).
Preencha o formulário: nome, localização e descrição (pode preencher com qualquer coisa, não faz diferença). Depois "Continue".
Agora na caixa "Device", vá na última opção do caixa combo: "Windows Printer via Samba". Depois "Continue".
Na caixa "Device URI", digite:
smb://guest@[Endereço da maquina]/[Nome da impressora].
Exemplo:
smb://guest@192.168.254.30/HP840C
Vamos aos significados:
1. "guest" = convidado (você pode colocar o nome de um usuário da máquina Windows XP , se preferir;
2. [Endereço da máquina]= pode ser o IP ou o nome da máquina. No caso de Ip, certifique-se que a máquina usa IP Fixo.
3. [Nome da Impressora] = certifique-se do nome dado ao "compartilhamento" da impressora no Windows.
Agora basta escolher a marca da impressora, e pronto.
Caso você não encontre sua impressora, procure instalar uma genérica. Mesmo assim havendo dificuldades com a marca da impressora, visite: www.linuxprinting.org, baixe o driver e siga as orientações de instalação.
Instalei no meu note a ML-2010 compartilhada no desktop em rede rodando XP por este método e funcionou perfeitamente.
-- Outras opções que achei:
Uma das características do Windows XP é o suporte ao IPP, no entanto esta característica está inexplicavelmente escondida. E o mais incrível: configurar uma impressora IPP no XP é muito fácil. Vamos lá: (estamos utilizando o XP em Português)
1. Abra o Assistente para Adicionar Impressora. Avance.
2. Escolha "Uma impressora de rede, ou uma impressora conectada a outro computador". Avance.
3. Escolha "Conectar-se a uma impressora na Internet ou em uma rede doméstica ou no escritório". Vai abrir uma caixa de texto. Digite:
http://URL-ou-IP-do-seu-servidor-com-CUPS:631/printers/nome-da-impressora
por exemplo, http://pinguimlouco.exemplo.com.br:631/printers/impressora_bem_cara. Avance.
4. Uma outra janela vai se abrir, pedindo o driver da impressora. Instale-o e Avance.
5. Você vai ser perguntado se a sua nova impressora vai ser o padrão do sistema ou não.
Pronto, impressora instalada!
Podemos utilizar também no terminal:
smb://guest:guest@[Endereço da maquina]/[Nome da impressora]
em vez de somente
smb://guest@[Endereço da maquina]/[Nome da impressora]
Fonte: http://www.vivaolinux.com.br/
Simples, utilizando o CUPS. O CUPS é um sistema de impressão para sistemas UNIX como os BSD, UNIX-like como o Linux e MacOS X, e tem como características interessantes:
1. Ser compatível com o protocolo IPP (Internet Printing Protocol)
2. Ser plug-and-play no lado cliente - basta configurar o servidor e instalar o CUPS nos clientes.
3. Suportar tanto impressoras PostScript como não-PS
A página oficial do CUPS está em www.cups.org e uma visita obrigatória deve ser feita a www.linunxprinting.org
Lembro apenas que é necessário ter o samba (cmbclient) e o cups instalado (Se o cliente for um GNOME, então é preciso apenas instalar o pacote gnome-cups-manager).
Abra o seu navegador e digite na barra de endereço:
http://localhost:631
Clique em "Manage Printers". Caso solicitado, entre com o usuário root e a senha.
Depois clique em "Add Printer" (está no canto inferior esquerdo).
Preencha o formulário: nome, localização e descrição (pode preencher com qualquer coisa, não faz diferença). Depois "Continue".
Agora na caixa "Device", vá na última opção do caixa combo: "Windows Printer via Samba". Depois "Continue".
Na caixa "Device URI", digite:
smb://guest@[Endereço da maquina]/[Nome da impressora].
Exemplo:
smb://guest@192.168.254.30/HP840C
Vamos aos significados:
1. "guest" = convidado (você pode colocar o nome de um usuário da máquina Windows XP , se preferir;
2. [Endereço da máquina]= pode ser o IP ou o nome da máquina. No caso de Ip, certifique-se que a máquina usa IP Fixo.
3. [Nome da Impressora] = certifique-se do nome dado ao "compartilhamento" da impressora no Windows.
Agora basta escolher a marca da impressora, e pronto.
Caso você não encontre sua impressora, procure instalar uma genérica. Mesmo assim havendo dificuldades com a marca da impressora, visite: www.linuxprinting.org, baixe o driver e siga as orientações de instalação.
Instalei no meu note a ML-2010 compartilhada no desktop em rede rodando XP por este método e funcionou perfeitamente.
-- Outras opções que achei:
Uma das características do Windows XP é o suporte ao IPP, no entanto esta característica está inexplicavelmente escondida. E o mais incrível: configurar uma impressora IPP no XP é muito fácil. Vamos lá: (estamos utilizando o XP em Português)
1. Abra o Assistente para Adicionar Impressora. Avance.
2. Escolha "Uma impressora de rede, ou uma impressora conectada a outro computador". Avance.
3. Escolha "Conectar-se a uma impressora na Internet ou em uma rede doméstica ou no escritório". Vai abrir uma caixa de texto. Digite:
http://URL-ou-IP-do-seu-servidor-com-CUPS:631/printers/nome-da-impressora
por exemplo, http://pinguimlouco.exemplo.com.br:631/printers/impressora_bem_cara. Avance.
4. Uma outra janela vai se abrir, pedindo o driver da impressora. Instale-o e Avance.
5. Você vai ser perguntado se a sua nova impressora vai ser o padrão do sistema ou não.
Pronto, impressora instalada!
Podemos utilizar também no terminal:
smb://guest:guest@[Endereço da maquina]/[Nome da impressora]
em vez de somente
smb://guest@[Endereço da maquina]/[Nome da impressora]
Fonte: http://www.vivaolinux.com.br/
Instalando a ML-2010 da Samsung no Fedora 12
Apesar de possuir vários drivers para impressoras, não encontrei o driver para a ML-2010 da Samsung, uma ótima (e barata...) impressora Laser. No link abaixo, tem os arquivos rpm para instalação, tanto 32 e 64 bits:
http://www.openprinting.org/printer/Samsung/Samsung-ML-2010
Instalei a minha e funciona perfeitamente!
http://www.openprinting.org/printer/Samsung/Samsung-ML-2010
Instalei a minha e funciona perfeitamente!
Usar Linux???
Sou um usuário Windows praticamente desde que ele surgiu. Passei a utilizá-lo a partir da versão 3.1, e então temos visto o Windows dominar o mercado de S.O. no segmento de PC's.
Já tinha utilizado o Linux uns tempos atrás, mas não me envolvi muito, pois os softs disponíveis eram poucos, difíceis de instalar e remover. Era a maior dificuldade de se instalar um soft qualquer, ao contrário do Windows, onde só clicamos e alguns instantes depois já está lá no menu, pronto para ser utilizado!
Uns dias atrás instalei o Fedora core 12. Confesso que fiquei surpreso com as mudanças e melhoria no uso. Claro que a escolha da distribuição a usar é extremamente pessoal, mas sempre tive uma queda pelo Fedora. E gostei muito. Claro que não é como no Windows (que está muito bom na versão Windows 7) com toda sua parafernália visual e as toneladas de aplicativos e jogos disponíveis para a plataforma Windows.
Ser usuário Linux ainda é ter um pouco de trabalho para se configurar e usar. Alguns codecs são complicados para se achar e instalar (como os de MP3 por exemplo); mas acredito que o resultado final é bom. Afinal de contas o Linux é para aqueles que não querem que o SO faça tudo por nós. Queremos ter mais controle sobre a máquina e não apenas "dar uns cliques e... Voilá! Presto!"
O número de aplicações para o Linux aumentou considerávelmente. Não sinto falta de quase nada do que uso no meu Windows 7 ou mesmo no bom e velho XP. Ainda continuarei a usá-los, mas, estou utilizando mais o Linux, e torcendo para que com o passar do tempo se torne o que o Windows é hoje!
Postarei aqui para meu uso futuro e para todos que precisarem tudo que eu utilizar e ler sobre o Linux, pois as vezes é muito difícil garimpar pela Net, e juntando aqui tudo que eu acho, ficará mais fácil para futuras utilizações e dúvidas! Espero que seja útil para quem necessitar. Fiquem a vontade!
Já tinha utilizado o Linux uns tempos atrás, mas não me envolvi muito, pois os softs disponíveis eram poucos, difíceis de instalar e remover. Era a maior dificuldade de se instalar um soft qualquer, ao contrário do Windows, onde só clicamos e alguns instantes depois já está lá no menu, pronto para ser utilizado!
Uns dias atrás instalei o Fedora core 12. Confesso que fiquei surpreso com as mudanças e melhoria no uso. Claro que a escolha da distribuição a usar é extremamente pessoal, mas sempre tive uma queda pelo Fedora. E gostei muito. Claro que não é como no Windows (que está muito bom na versão Windows 7) com toda sua parafernália visual e as toneladas de aplicativos e jogos disponíveis para a plataforma Windows.
Ser usuário Linux ainda é ter um pouco de trabalho para se configurar e usar. Alguns codecs são complicados para se achar e instalar (como os de MP3 por exemplo); mas acredito que o resultado final é bom. Afinal de contas o Linux é para aqueles que não querem que o SO faça tudo por nós. Queremos ter mais controle sobre a máquina e não apenas "dar uns cliques e... Voilá! Presto!"
O número de aplicações para o Linux aumentou considerávelmente. Não sinto falta de quase nada do que uso no meu Windows 7 ou mesmo no bom e velho XP. Ainda continuarei a usá-los, mas, estou utilizando mais o Linux, e torcendo para que com o passar do tempo se torne o que o Windows é hoje!
Postarei aqui para meu uso futuro e para todos que precisarem tudo que eu utilizar e ler sobre o Linux, pois as vezes é muito difícil garimpar pela Net, e juntando aqui tudo que eu acho, ficará mais fácil para futuras utilizações e dúvidas! Espero que seja útil para quem necessitar. Fiquem a vontade!
quinta-feira, 11 de março de 2010
XMMS no Linux
Instalando Skins no XMMS
O Xmms, ou X MultiMedia System, é o clone do Winamp para Linux. Altamente personalizável, possui seus próprios skins e plugins, além de ser totalmente compatível com os skins do Winamp, o que já aumenta em muito o seu poder de personalização.
Existem vários sites com skins para Xmms. Os principais são o próprio site oficial, Xmms.org , o site oficial do Winamp e os sites Skinz.org e Customize.org .
Para instalá-los, faça o download do Skin desejado no diretório ~/.xmms/Skins no home do usuário.
(Esta pasta é um diretorio oculto no diretorio /home do usuario).
Não é necessário descompactar o arquivo, o Xmms aceita os skins nos formatos .tar.gz e .zip.
Nota: Os skins do site do Winamp possuem a extensão .wsz, porém não passam de arquivos “zipados”. Na hora de fazer o download salve o arquivo como .zip, ao invés de .wsz.
Feito isso, basta abrir a janela de skins (Alt+S) e escolher seu skin
Instalando os presets do XMMS
Você pode baixar presets no proprio site do XMMS.
Para baixa-lo. Abra um terminal e digite:
wget http://www.xmms.org/misc/winamp_presets.gz
Copie e descompacte o arquivo para a pasta ~/.xmms
Instalando Plugins
O Xmms possui vários plugins, que podem ser obtidos em seu site oficial. Para instalar os plugins basta copialá-los para a pasta ~/.xmms/plugins. Faça o download do plugin, descompacte-o com o comando tar xvzf plugin.tar.gz. Para ativar o pluguin vá até as preferências do Xmms (Ctrl+P), na aba General plugins, e marque a caixa “Ativar plugin”.
Como exemplo instalaremos um plugin para visualizar no aMSN as musicas que estão sendo executada no XMMS.
Para isso baixe um plugin para o aMSN chamado MUSIC.
http://ufpr.dl.sourceforge.net/sourceforge/amsn/music-1.3.zip
Descompacte seu conteúdo e mova para pasta ~/.amsn/plugins/.
Acesse o menu Account e Select Plugins
Selecione o plugin e clique em configure e escolha seu player.
Para ativar o pluguin vá até as preferências do Xmms (Ctrl+P), na aba General plugins, e marque a caixa “Ativar plugin”.
Fonte: Blog Etilico
O Xmms, ou X MultiMedia System, é o clone do Winamp para Linux. Altamente personalizável, possui seus próprios skins e plugins, além de ser totalmente compatível com os skins do Winamp, o que já aumenta em muito o seu poder de personalização.
Existem vários sites com skins para Xmms. Os principais são o próprio site oficial, Xmms.org , o site oficial do Winamp e os sites Skinz.org e Customize.org .
Para instalá-los, faça o download do Skin desejado no diretório ~/.xmms/Skins no home do usuário.
(Esta pasta é um diretorio oculto no diretorio /home do usuario).
Não é necessário descompactar o arquivo, o Xmms aceita os skins nos formatos .tar.gz e .zip.
Nota: Os skins do site do Winamp possuem a extensão .wsz, porém não passam de arquivos “zipados”. Na hora de fazer o download salve o arquivo como .zip, ao invés de .wsz.
Feito isso, basta abrir a janela de skins (Alt+S) e escolher seu skin
Instalando os presets do XMMS
Você pode baixar presets no proprio site do XMMS.
Para baixa-lo. Abra um terminal e digite:
wget http://www.xmms.org/misc/winamp_presets.gz
Copie e descompacte o arquivo para a pasta ~/.xmms
Instalando Plugins
O Xmms possui vários plugins, que podem ser obtidos em seu site oficial. Para instalar os plugins basta copialá-los para a pasta ~/.xmms/plugins. Faça o download do plugin, descompacte-o com o comando tar xvzf plugin.tar.gz. Para ativar o pluguin vá até as preferências do Xmms (Ctrl+P), na aba General plugins, e marque a caixa “Ativar plugin”.
Como exemplo instalaremos um plugin para visualizar no aMSN as musicas que estão sendo executada no XMMS.
Para isso baixe um plugin para o aMSN chamado MUSIC.
http://ufpr.dl.sourceforge.net/sourceforge/amsn/music-1.3.zip
Descompacte seu conteúdo e mova para pasta ~/.amsn/plugins/.
Acesse o menu Account e Select Plugins
Selecione o plugin e clique em configure e escolha seu player.
Para ativar o pluguin vá até as preferências do Xmms (Ctrl+P), na aba General plugins, e marque a caixa “Ativar plugin”.
Fonte: Blog Etilico
Iniciando....
Bom, após visitar um blog onde o autor o utilizava para compartilhar informações com os visitantes e com ele mesmo (???)- isto é, ele utiliza o blog como um repositório para suas pesquisas e o que ele via pela net para posterior uso, como se fosse um depósito de informações on-line - resolví fazer o mesmo.
Afinal de contas, entre outras coisas, quem nunca perdeu um artigo ou uma dica importante no meio de tantos DVD's, Cd's e outras midias mais, justo na hora em que mais se precisa dela?
Então, vamos lá ver o que vira este arrêmedo de Blog nas mãos deste inexperiente bloggeiro!
Boa sorte aos visitantes e aos navegantes perdidos que aqui passarem...
Afinal de contas, entre outras coisas, quem nunca perdeu um artigo ou uma dica importante no meio de tantos DVD's, Cd's e outras midias mais, justo na hora em que mais se precisa dela?
Então, vamos lá ver o que vira este arrêmedo de Blog nas mãos deste inexperiente bloggeiro!
Boa sorte aos visitantes e aos navegantes perdidos que aqui passarem...
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